Foram quase 22 milhões de sacas de soja e 18 milhões de milho. Volume histórico que deve ser superado agora em 2021, apesar da instabilidade do clima.

Com um faturamento global de R$ 4,4 bilhões, a Integrada Cooperativa Agroindustrial fechou 2020 com um resultado acima da meta definida para o período 2015-2020. Apesar da pandemia e dos desafios que todos os setores da economia enfrentaram no ano passado, a Integrada recebeu 22 milhões de sacas de soja e 18 milhões de sacas de milho. Um volume histórico e que, segundo a própria cooperativa, deve ser superado agora em 2021, apesar da instabilidade do clima.

O diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, comemorou os números alcançados em 2020, quando a cooperativa completou 25 anos, mesmo em um momento atípico e de superação de todos os setores da economia.

As sobras líquidas para serem distribuídas aos 11 mil cooperados ficaram em pouco mais de R$ 67 milhões. Com a antecipação já feita em dezembro, restam ainda R$ 22 milhões.

Resultado que, em grande medida, afirma o presidente da Integrada, teve forte influência dos altos preços da soja no mercado internacional.

A Integrada também investiu nas estruturas de recebimento dos grãos, com duas novas unidades e várias melhorias e ampliações, um investimento total de cerca de R$ 53 milhões. Para 2021 já estão previstos outros R$ 56 milhões para o setor de armazenamento. 

Segundo Hashimoto, a expectativa é bastante positiva para 2021, com um faturamento estimado em R$ 5,1 bilhões. E a meta é chegar a 2025, explica o presidente da Integrada, com R$ 8 bilhões anuais de faturamento.

A cooperativa foi fundada em Londrina em 1995 e tem mais de 65 unidades de recebimento em diversas regiões do Paraná e de São Paulo. A Integrada tem ainda 1.800 colaboradores e três unidades industriais, em Uraí (suco de laranja), Andirá (milho e derivados) e Londrina (nutrição animal) e a maior parte de seu faturamento vem da comercialização de soja, milho e trigo.

Noticia disponível em:

https://cbnlondrina.com.br/materias/integrada-fecha-2020-com-faturamento-de-quase-r-45-bilhoes